Como a participação em competições ajuda na escola?
Veja como as competições científicas, como as Olimpíadas do Canguru, podem estimular o desenvolvimento dos estudantes.
Mais do que a conquista de medalhas ou diplomas de participação, as competições científicas trazem muitas oportunidades para a escola e seus alunos. Principalmente, com relação a novas descobertas, ideias, conhecimentos e técnicas.
Existem muitas olimpíadas a nível regional, nacional e até internacional que permitem a participação dos alunos. De modo geral, elas buscam promover o intercâmbio entre escolas e estudantes, a fim de promover as ciências, as tecnologias e estimular as escolhas profissionais dos alunos.
Alguns exemplos de competições são as Olimpíadas Brasileiras de Língua Portuguesa, de Química, Astronomia e Astronáutica, de Física, Matemática e as Olimpíadas do Canguru, evento internacional que conta com a participação dos alunos do Colégio Unicus.
Participação nas Olimpíadas do Canguru
O Concurso Canguru de Matemática é uma competição internacional realizada anualmente. Podem participar alunos do 3º ano do ensino fundamental até os da 3ª série do Ensino Médio. Neste ano, a prova foi realizada em vários estados brasileiros e tem mais de 2 MILHÕES de estudantes participando.
Para os alunos do Colégio Unicus, a participação nas Olimpíadas do Canguru é um momento de expectativas e muita concentração. Afinal, é hora de colocar em prática o conteúdo aprendido durante as aulas e mostrar os seus conhecimentos em matemática.
Além disso, esse desafio pode contribuir com uma série de benefícios que contemplam a vida escolar e o futuro profissional dos estudantes.
10 bons motivos para participar de competições
A participação em competições científicas pode proporcionar uma série benefícios tanto para a escola quanto para os alunos. Veja mais a seguir:
1 – Maior rendimento escolar
A preparação para as competições exige muito estudo. Alunos que se dedicam a isso, além da chance de obter bons resultados, acabam tendo um melhor rendimento escolar, tanto nas disciplinas para o qual estão se dedicando quanto nas demais.
2 – Competições são desafiadores
Desafios são estimulantes e divertidos. Quando os estudantes se sentem desafiados pela competição, a tendência é que aumentem a sua dedicação e se esforcem para obter bons resultados. O mais legal é a oportunidade de desafiar a si mesmo e superar limitações.
3 – Oportunidade de mostrar os conhecimentos em disciplinas que o aluno gosta
Um dos fatores mais estimulantes das competições é a oportunidade de os alunos mostrarem os seus conhecimentos em disciplinas que eles gostam.
Imagine um aluno que ama programação participando de uma olimpíada de robótica? É natural que ele se sinta muito animado para mostrar seus conhecimentos e buscar um bom resultado.
4 – Autoestima e autoconfiança
Tirar uma boa nota em uma competição regional, nacional ou internacional é algo que ajuda a elevar a autoestima do estudante. Afinal, ele tem a oportunidade de perceber suas capacidades e o quão longe pode chegar.
5 – Currículo
A participação em competições escolares agrega muito para o currículo do aluno. Existem instituições de ensino que oferecem bolsas de estudo para quem tira boas notas em olimpíadas.
As chances de ser aceito em universidades internacionais como Oxford, Harvard e Princeton também aumentam significativamente.
Para a escola e os professores, esses eventos também podem abrir muitas portas e gerar reconhecimento.
6 – Preparação para o vestibular
Ao se dedicar para as competições, consequentemente, o aluno já está tendo uma preparação para os vestibulares, ampliando suas chances de conquistar uma vaga no curso dos sonhos.
7 – Novas amizades
O intercâmbio proposto pelas competições científicas é uma ótima oportunidade para conhecer pessoas, socializar e fazer novos amigos.
Estimular os alunos é fundamental!
Aqui no Colégio Unicus, estimulamos nossos alunos a participarem dessas competições, a fim de que eles possam aproveitar de todos esses benefícios e mostrar seu potencial.
Para isso, eles contam com todo o suporte da equipe escolar e com um ensino de alto nível e qualidade.
Para conhecer mais sobre nossas práticas pedagógicas, acesse o site.
- Published in Acontece no UNICUS, Conteúdos
A importância de conectar a nova geração ao passado
Entenda porque é tão importante que as crianças sejam estimuladas a aprender História e valorizar o passado.
Estudar o passado é fundamental para entender a sociedade em que vivemos. As memórias fazem parte do que somos, da construção da nossa identidade e cultura.
Além disso, todos os avanços conquistados até hoje começaram com iniciativas e descobertas em algum lugar do passado.
A história nos permite viajar pelos diferentes períodos da vida humana, entender como viviam as pessoas em outras épocas e quais eram seus costumes.
Para as crianças da nova geração, o contato com as memórias do passado é muito importante na construção do aprendizado, na compreensão de si mesmas e no desenvolvimento de valores.
Por que é tão importante reviver o passado na educação?
Uma pesquisa realizada em cinco países da Europa analisou o que as crianças entre 6 e 10 anos de idade conheciam a respeito do passado. O resultado mostrou que todas elas tinham uma quantidade significativa de conhecimentos fragmentados que ia aumentando de acordo com a idade.
Porém, como o conhecimento não era mediado pela escola, elas possuíam uma compreensão incompleta dos fatos. Dessa forma quando iniciam o estudo de História formal na escola, a partir dos 11 anos, elas já vêm com concepções estereotipadas e acham que a história não é essencial em sua formação.
Isso nos mostra que é necessário buscar estratégias para estimular as crianças a gostarem de investigar o passado e compreender sua importância. O conhecimento da história da civilização nos fornece bases para compreender o presente e o futuro.
A investigação histórica envolve a compreensão de conceitos como a mensuração do tempo, continuidade e mudança, causas e efeitos de eventos, e as semelhanças e diferenças entre os períodos.
Além disso, é preciso considerar que todos nós somos seres sociais e culturais. A história também é muito importante para entender quem somos, de onde vieram nossos costumes, identidade cultural e outras características.
Como a escola pode estimular os alunos a gostarem de estudar o passado?
No âmbito escolar, é necessário que os educadores envolvam os alunos em atividades estimulantes, que desenvolvam problemas de pesquisas e a capacidade crítica, despertem questionamentos e opiniões. É preciso que os alunos se vejam como agentes ativos do próprio conhecimento.
Estudar o passado não é simplesmente aceitar o que os livros apresentam, mas saber diferenciar e repensar os fatos ocorridos, analisando por exemplo, porque determinado fato aconteceu, qual sua relação com o modo de vida da época e outros fatores.
Outro ponto importante, é que a história precisa abraçar a realidade local dos alunos.
Assim como em outras disciplinas escolares, uma boa forma de conseguir o engajamento dos estudantes ao estudar o passado, é trabalhando com atividades práticas.
Atividades que estimulam o interesse pela História
No Colégio Unicus, utilizamos atividade temáticas para complementar o ensino tradicional em sala de aula. Com isso, conseguimos engajar os estudantes e torná-los protagonistas do aprendizado.
Um bom exemplo de atividade que pode ser replicada por outras instituições de ensino, é a Exposição de Antiguidades realizada pelos próprios alunos. Neste trabalho, eles conseguiram reunir objetos como telefones antigos, FAX, retroprojetores, relógios, máquinas de escrever, instrumentos musicais e máquinas fotográficas.
Com esses itens, os próprios alunos montaram uma exposição cheia de história e conhecimento, despertando a curiosidade de todos que puderam visitá-la.
Brincadeiras antigas também são uma ótima estratégia para aprender história de forma prática e divertida. Os alunos do primeiro ano tiveram a oportunidade de praticar uma das brincadeiras mais tradicionais e antigas da humanidade, que é jogar bolinhas de gude.
Estima-se que as bolinhas de gude surgiram na Ilha de Creta, no ano 3000 a.C. No Brasil, as bolinhas foram trazidas pelos portugueses e apelidadas “de gude” em referência ao nome das pedras redondas e lisas retiradas dos leitos dos rios.
Além do contexto histórico da brincadeira, essa atividade também estimula a questão da cultura local e da identidade cultural, já que pode trazer à tona memórias afetivas de família.
Acesse nosso site para conferir um pouco ais sobre as práticas pedagógicas desenvolvidas aqui no Colégio Unicus.
- Published in Acontece no UNICUS, Cidadão Global, Conteúdos
Escola bilíngue une tecnologia e aprendizagem criativa em Cuiabá
Rede possui salas equipadas pela Google, aulas de robótica e programação, além de laboratórios com impressoras 3D para construção de protótipos criados pelos alunos
Com quase 15 anos de história em Cuiabá, o Grupo de Ensino Toque de Mãe tem ampliado seu atendimento escolar, atuando hoje nos ensinos infantil, fundamental 1 e fundamental 2, distribuídos nas escolas Toque de Mãe e Colégio UNICUS. Após a experiência em ofertar ensino infantil diferenciado, surgiu a demanda pelos ciclos finais. Assim, o UNICUS manteve a continuidade da qualidade ofertada na educação infantil, com ainda mais recursos e visão apurada de aprendizagem colaborativa.

Se há problemas com aprendizado das crianças por conta de jogos, computador ou celular, a UNICUS usa a tecnologia a favor do aluno. A escola conta com salas equipadas em parceria com a Google e possibilita o intercâmbio com escolas de diferentes países através de videoconferências.
Vale ressaltar, no entanto, que todo aparato tecnológico não exime o aluno de colocar a “mão na massa”. Pelo contrário, revela a essência do saber tecnológico.
“O viés da UNICUS, que, em latim, significa ‘casa de criança’, parte do movimento maker de construção e ludicidade, e isso é atemporal. Com o passar dos anos, agregamos mais ferramentas que não nos deixaram perder esse olhar”, disse a coordenadora pedagógica de Cuiabá, Daniele Stefanini.
Escola bilíngue e ensino único
Visando a promover maior interação dos estudantes, a escola possui uma organização nas salas de aula em diferentes modelagens. As mesas e cadeiras são dispostas em círculos, formato U, duplas ou grupos, e as turmas não passam de 20 alunos, o que possibilita trabalhar de forma cooperativa.
“A opção por um ensino intimista, combinada com o que é proposto pelo ensino globalizado, aumenta o nível de produtividade da criança e sentimento de pertencimento”, observou Daniele Stefanini.
Das 35 aulas semanais, 10 aulas contemplam uma segunda língua. “Não só ensinamos, mas trabalhamos com sistema de imersão em todas as séries e espaços da escola”, contou a coordenadora.
Além das disciplinas regulares, distribuídas em seis aulas diárias e um dia de período estendido, a escola também oferece atividades extracurriculares como balé, pilates, judô, futebol, natação, basebol, robótica, criação de games, clube de leitura e até acompanhamento de tarefas.

Segundo a coordenadora, 80% dos alunos optam pelas atividades. Um dos destaque é o projeto de leitura, que proporciona aos alunos a incrível experiência de lançarem o seu próprio livro com ilustrações e histórias, desenhados e escritos por eles à mão e diagramados na plataforma digital – inclusive a biografia do pequeno, escrita pelos pais. As obras são impressas para lançamento com direito a noite de autógrafos.
Sustentabilidade e Educação Ambiental
Como única escola certificada e chancelada pela UNESCO em Cuiabá, a UNICUS tem como compromisso o desenvolvimento de um cidadão consciente de conservação do seu meio ambiente.
Dentre os projetos desenvolvidos de maneira permanente na escola, os quais biólogas do time cuidam diretamente e promovem junto aos estudantes a exploração dos conteúdos, a instituição tem minhocário, composteira, homebiogás (biodigestor que usa sobras orgânicas para produção de gás de cozinha e biofertilizante), além de conscientização sobre coleta seletiva, economia de recursos naturais e cuidados com fauna e flora.
“Um estudante do nosso grupo escolar tem em seu DNA o amor pela natureza, assim como a consciência de atitudes que podem contribuir para o futuro do planeta”, afirma Márcia Pedr’Angelo, diretora pedagógica.

Aplicativos educacionais: aprender jogando
Outra importante ferramenta disponibilizada aos estudantes são os aplicativos e jogos voltados para a educação, que ensinam matemática, reforço da gramática, dentre outros conteúdos, através da gamificação (jogos digitais, com metas e rotas pedagógicas).
Segundo a coordenadora pedagógica Daniele, os espaços tecnológicos e plataformas digitais da UNICUS não são apenas acessórios, mas ferramentas essenciais para o cotidiano escolar.
Com a plataforma, jogar, se divertir e aprender estão dentro da mesma equação pedagógica. Nela, o aluno recebe “missões” – tarefas online voltadas para o trabalho da lógica – em sala de aula e em casa. Tudo monitorado, registrado e relatado aos pais.
“A professora vai dar a base teórica do conteúdo e usar recursos concretos para a fixação em ambiente escolar. Porém, quando ela manda uma gameficação, a educadora pode personificar as atividades para a criança, que terá jogos direcionados ao assunto que está aprendendo”, ressaltou a pedagoga.

Metodologia Ativa
Exclusivamente através da agenda virtual, os pais dos alunos têm acesso aos conteúdos de aula e serviços da escola, acompanham o cardápio, registram recados em agenda e até recebem fotos dos filhos em atividade. Mas a coordenadora garante: “Não há dificuldade de adaptação dos pais a essa tecnologia, porque trabalhamos com afeto e acolhimento”.
As salas Google e o livro digital possibilitam, ainda, a imersão dos alunos em pesquisas.
“Por exemplo, fizemos uma aula de campo sobre o aniversário de Cuiabá, mas em todos os espaços que visitamos presencialmente, eles já conheciam através do Google Maps, porque fizeram todo o percurso de forma digital através do uso de óculos de realidade virtual. Eles aprenderam que podem se localizar no espaço e saber que podem conhecer lugares do outro lado do planeta através de uma ferramenta”, contou Daniele.

Segundo ela, a metodologia não só amplia as fontes de conhecimento e empodera o aluno, como subverte padrões de ensino hierárquicos, propondo uma metodologia ativa.
“A nossa tecnologia não substitui o professor, jamais. Mas, diferente do que foi passado para nós, o professor não detém o conhecimento, ele é meio para que o conhecimento aconteça. Quando você instiga a criança a questionar, pesquisar e buscar ferramentas, você tira ela da zona de conforto e o conhecimento se amplia. Em nosso caso, em duas vertentes: português e inglês”, finalizou a coordenadora.
- Published in Aprendizagem Criativa, Bilíngue, Conteúdos
Arraiá solidário: alunos de duas escolas arrecadam 16 toneladas de alimentos
Doações foram distribuídas em 12 pontos, para famílias carentes, no último sábado (26).
O “arraiá” dos alunos do Colégio Unicus e da escola Toque de Mãe foi um tanto diferente neste ano. Eles aproveitaram a data para arrecadar mais de 16 toneladas de alimentos e itens de higiene pessoal. Os produtos foram distribuídos a famílias carentes.
Crianças do berçário e do ensino fundamental ajudaram na montagem das cestas básicas e ainda escreveram cartas e fizeram um desenho para serem colocados nas doações.
A ideia foi lançada pela equipe de coordenação de ambas escolas.
“Buscamos trazer um sentido, através de temáticas que giram em torno dos princípios de solidariedade da UNESCO. Propomos às famílias, então, que neste ano – como não puderam estar presentes no evento junino, uma vez que a comemoração será interna – encontrássemos uma outra forma de se fazer presente e ajudar ao próximo”, diz Márcia Pedr’Angelo, diretora das duas escolas.
No total, o esforço das famílias e dos alunos rendeu 16.495 quilos de alimentos e 5,5 mil itens de higiene. As cestas foram distribuídas em 12 locais de extrema necessidade.
“É uma forma de ensinarmos, através de exemplo, às nossas crianças que há uma população que sofreu emocionalmente e economicamente com a pandemia e que ajudá-los pode fazer toda diferença em nosso futuro global. Todos os doadores ganharam uma medalha simbólica de cidadão global”, completa a diretora.
A etapa de arrecadação durou cinco dias. Ao longo do processo, as crianças se envolveram ativamente na organização das doações.
“O processo de ensino e aprendizagem não deve se restringir apenas aos conteúdos curriculares. Nosso papel de educadores vai muito além”, lembra Daniele Stefanini, coordenadora pedagógica do Colégio Unicus.
“A emoção em cada etapa, o significado de cada ação fez com que toda nossa comunidade escolar se sentisse pertencente a algo muito maior. Essa experiência ficará registrada para toda vida”, ela completa.
As doações dos alunos foram distribuídas nos seguintes pontos:
- Aterro sanitário,
- Cooperativa de reciclagem,
- Comunidade Souza Lima (Várzea Grande),
- Obras Sociais Irmão Praeiro,
- Flauta Mágica,
- Casa transitória Tenda de Abraão,
- Casa transitória Irmã Dulce,
- Obras sociais Seara de Luz,
- Casa do Imigrante,
- Albergue Estrela Dalva,
- Famílias de rua,
- Pastoral da Igreja Católica do CPA 1.
“Construímos diariamente uma escola que auxilie cada criança a se tornar um ser humano melhor, com valores e uma visão global da vida. Agimos localmente para impactar globalmente. Ao realizar uma ação como essa, nos sentimos conectados ao nosso papel de educador”, finaliza a coordenadora.
Fonte: O Livre
- Published in Acontece no UNICUS, Conteúdos